Primeiro verde com sloka, Euroliga Panathinaikos rouba corações de Aktor e Olympiakos

Sloukas assinou pelo Derby após retornar do Olympiakos-17, mas sem dar o próximo passo no quente OAKA. Escrito por Yannis Pilaris

A “embreagem” de três pontos de Kostas Sloka no clássico selou a assinatura de Green e o primeiro lugar do Panathinaikos Aktor na temporada regular e na rodada extra do campeonato, em um clássico cheio de alternância de emoções, altos e baixos, tensão, nervosismo, tecnologia. Penalidades e objeções.

Mesmo que as apostas não fossem grandes, os Eternos não ficaram indiferentes. É o menor derby do ano, por assim dizer. No entanto, a guerra foi travada até o fim. Furiosos, com os corpos no chão, os Panathinaikos comemoram e fogem enquanto os atletas olímpicos partem.

Foi renovado para os playoffs (a largada seria novamente concedida ao OAKA) até que os dois se enfrentaram na final (dizemos agora) na Mercedes-Benz Arena, em Berlim. Nos quatro finalistas, sim!

Com os playoffs da Euro League se aproximando, é aí que ambos se concentrarão, com as primeiras partidas em Barcelona (pelo Olympiakos) e OAKA (pelo Panathinaikos) na próxima semana, de terça a sexta-feira. Ainda mais interessantes são as revanches da Semana Santa, com Barcelona e Maccabi-Basconia tentando bloquear o caminho.

Gases “verdes”

As duas equipes começaram de mãos dadas, com o wild card Juanjo Hernangomet crescendo até que o Panathinaikos pisou no acelerador, elevando a diferença para +17 com placar duplo. Antes disso, uma campanha de 19-1 dos “Verdes” aproveitou o desvanecimento do Olympiakos e levou o campo ao frenesi, levando a margem a limites quase “extremos”.

Os “Vermelhos e Brancos” já cometeram 9 faltas, muitas delas pela sua classe. Como disse Bartzokas ao intervalo, não foram faltas, o Olympiakos perdeu a bola. Os “Vermelhos e Brancos” deram a bola ao adversário, o Panathinaikos não recusou presentes, o marcador começou a correr apenas para o “verde”.

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O Olympiakos não conseguiu ameaçar, errou os remates e teve grandes problemas. Optando desde o início por fazer dupla com Fall Midoclow (para sair e atirar de longe), Ataman procurou criar a rotação (necessária) com Jerian Grant que não estava à sua disposição.

O facto é que, sem o Sluka e eu, que tivemos de ir para o banco para descansar, o Panathinaikos não o fez. Com Bartzokas trazendo de volta a maioria de seus jogadores principais (mantendo apenas Kos entre os cinco segundos), o Olympiakos se recuperou novamente. Reduzindo a vantagem para mais da metade, ele anulou o segundo tempo…

reação vermelha

No início do replay, o Panathinaikos tentou fazer tudo no seu bom momento entre o primeiro e o segundo tempo. Voltou a cruzar dez pontos, mas o Olympiakos já tinha encontrado uma forma de dar a volta. O outono passou a substituir os pick-and-rolls “verdes” não só na defesa, mas também no ataque, distribuindo assistências, ou finalizando ele mesmo as fases, levando a bola rasteira e pelo correio.

Os “Vermelhos e Brancos” viraram o jogo, assumiram a liderança e o Panathinaikos começou a ver os fantasmas dos dois jogos perdidos anteriores. Ataman viu Nunn preso na defesa de pressão do Olympiakos, Sluka cometeu quatro faltas (posteriormente pontuadas pelo ataque do Olympiakos por Kanan ou Kass) e mandou a bola ainda mais para dentro da raquete.

Tennant acertou passes, ganhou contato de Wright, que não poderia se tornar um fator na disputa, marcou pontos em vez de tackles, e o jogo agora estava indo ponto a ponto. O verdadeiro Dérbi…

Slukas é um figurão

No decorrer da partida, dois ou três detalhes decidirão o jogo. McGissig perdeu uma recuperação crucial de Grikonis, Slukas disparou de longa distância para Papanikola, enquanto Pieters errou.

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Bartzokas insistiu em construir sem seu melhor arremessador, como fez com Fener. Cannon foi melhor no chão (4/10 de 3 pontos), mas viu todo o quarto período fora do banco. Obviamente havia um motivo, principalmente a defesa, já que o Olympiakos jogou com quatro Papanicola, então deveria haver outro corpo forte como McGissick para mudanças defensivas ou reinicializações.

Só quando perdeu uma etapa crucial com Shaq Grikonis, ele acertou 1/4 de chute e no final não fez diferença. Tudo isto numa disputa em que os rebotes dominaram completamente as batalhas aéreas “vermelhas e brancas”, por 36-27. Os onze atacantes que contrataram (oito na segunda parte) deveriam logicamente trazer o jogo à razão.

Por que isso não aconteceu? Ao final da partida suas estatísticas registravam 14 erros. Porém, ele fez menos (5) no segundo tempo e a contagem contou contra ele. Por outro lado – Panathinaikos – cometeu apenas seis erros e a ligação com 21 assistências (7 de Slukas) e 10 roubos de bola, acaba por dar a resposta à razão pela qual os “Verdes” venceram.

Vencedores e primeiro lugar na temporada regular da liga. O Panathinaikos, além da conquista de pontos, ganhou confiança extra antes da final. É verdade que duas derrotas consecutivas frente ao Olympiakos lhe custaram caro. Slukas admitiu no final da partida. A resposta que eles queriam veio em apoteose da plataforma.

O Olympiakos, por sua vez, sabe que a final dos playoffs será completamente diferente. E pode haver mais um no topo da lista deles…

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